Para quem gosta de se aventurar em cima de bicicletas, trilhas não faltam. Com vários níveis de dificuldade, elas levam a locais remotos, onde a natureza ainda permanece intocada e podem ser feitas em grupo, seja caminhando ou de Mountain Bike (ciclismo de montanha).

Chegando ao topo, podemos sentir a brisa fresca que vem do mar, a sombra do guarapuvu, o visual. Poucos esportes propiciam esta deliciosa mudança de sensações e cenários tão rapidamente como o ciclismo de montanha, ou mountain bike. Quem experimenta, não abandona mais. No espaço de uma hora, consegue-se passar do exercício físico puxado, depurador, à plácida contemplação de quadros da natureza não acessíveis sem muito esforço. Adrenalina energética das descidas, velocidade, e uma dose certa de perigo.

Quem opta pelo mountain bike, nunca se arrepende. O relevo acidentado da ilha, a variedade de trilhas disponíveis e a beleza dos cenários transformam a aventura movida a pedais num espetáculo raro. E o que é mais importante: acessível a todos que tenham disposição e curiosidade. Basta possuir um razoável preparo físico, uma boa bicicleta e, é lógico, gostar de natureza e emoções fortes.

A Trilha Florestinha

A Costa da Lagoa é o fim – ou o começo – da Trilha da Florestinha. Ela tem apenas 4,5 km, não é a maior nem a mais difícil da ilha. É simplesmente a mais bela. Num de seus pontos de descanso – a rampa de asa-delta – impressiona a vista da Lagoa da Conceição, uma das mais conhecidas e apreciadas de Florianópolis. Isto torna o roteiro ideal para turistas e para quem não dispõe de muito tempo para dedicar ao esporte. Mas não se engane! É uma trilha de montanha, e quem encarar vai ter que suar a camiseta antes de alimentar seu espírito com as vistas espetaculares, o cheiro de natureza pura, os sons da mata.





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